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Alimentação saudável

Alimentação saudável 1

Uma alimentação saudável deveria ser, sem dúvidas, o objetivo de todos, afinal, são os alimentos que consumimos os responsáveis por manter a saúde do corpo, evitando doenças e auxiliando na obtenção da energia que necessitamos para o desempenho das atividades diárias. No entanto, antes de adentrar nos alimentos necessários a uma dieta equilibrada, é importante lembrar que muitos são os posicionamentos no que tange à composição de uma dieta ideal, sendo que muitos destes posicionamentos acabam por confundir as pessoas, que por vezes não sabem mais ao certo o que ingerir.

O fato é que, na verdade, a dieta ideal é ligada diretamente ao modo de vida que o sujeito leva. Ou seja, antigamente, quando não havia toda a tecnologia e as facilidades de deslocamento, a população consequentemente despendia maior energia no desempenho das tarefas diárias, já que na maioria das vezes andavam a pé ou realizavam tarefas manuais, e por isso necessitavam de uma alimentação que desse a força que o corpo dependia. Logo, nesta época eram comuns os cafés da manhã cheios de comidas fortes e engorduradas. Contudo, nos dias de hoje, considerando que as tarefas diárias são facilitadas pela tecnologia, a energia gasta é evidentemente menor, o que faz com que a necessidade de ganho de energia através do alimento seja também menor.

Nesse sentido, percebe-se que uma alimentação equilibrada é variável de acordo com a rotina e a quantidade de exercícios físicos que o indivíduo pratica. No entanto, existem alimentos mais benéficos ao corpo de maneira geral, independentemente do gasto de energia, que são aqueles não industrializados, que carregam quantidades menores de produtos artificiais. “Coma frutas, saladas e verduras com liberalidade; do resto, de tudo um pouco. Procure comer o que sua avó considerava comida”.

Tal afirmação parece óbvia, no entanto boa parte da população encontra dificuldades em aderir a uma dieta rica em produtos naturais. Vários são os motivos para isso, porém a grande maioria opta por produtos industrializados pela praticidade, ou por simplesmente não gostar das verduras e frutas. Porém, incluir na dieta dez porções de frutas e vegetais (equivalentes a 800 gramas) é o ideal, e se o mundo inteiro ingerisse essa quantidade diária, seriam evitadas 7,8 milhões mortes prematuras. Esta porção de 800 gramas equivale aproximadamente a uma maçã, uma pera, um copo de 200 ml de suco de laranja, oito pedaços de couve-flor, dois brócolis, um tomate e uma banana pequena.

Ainda, segundo um estudo realizado por pesquisadores do Imperial College of London, Espinafre, Chicória, alface, brócolis, repolho, couve-flor, couve-de-bruxelas, maças, peras e frutas cítricas são os vegetais que mais previnem doenças cardiovasculares e derrames cerebrais. Já folhas verdes, feijão, brócolis, repolho, e os vegetais de cor amarela e alaranjada, são mais eficazes na diminuição do risco de câncer.

Desse modo, nota-se a importância destes alimentos na composição da dieta, uma vez que estes são fundamentais para a saúde do corpo. Com isso, tem-se que um prato equilibrado deve, primeiramente, conter ao menos duas porções de legumes ou vegetais, como feijão, lentilha, ervilhas, entre outros. Ainda, devem ser evitados o açúcar e as frituras, e quando possível, trocados o arroz e as massas por versões integrais.

O prato deve ser dividido em três partes, sendo que 50% deve ser composto por verduras e legumes, como alface, agrião, rúcula, escarola, espinafre, brócolis, couve-flor, beterraba, pepino, tomate, rabanete, cenoura, chuchu, abobrinha, berinjela, entre outros. Quanto aos legumes, estes podem ser crus, cozidos, refogados ou assados. No entanto, legumes como batata, mandioca, mandioquinha, batata-doce, cará ou inhame, não entram neste 50% reservado aos legumes e verduras, justamente por serem grandes fontes de caloria. Logo, deverão compor o espaço de 25%, reservado aos carboidratos juntamente com massas, arroz e outros cereais.

É importante ressaltar que o arroz e as massas integrais oferecem maior quantidade de vitaminas, minerais e fibras, que garantem o bom funcionamento do intestino. Por fim, o 25% final deverá ser reservado para as proteínas animais ou vegetais, como carnes, ovos, feijão, ervilha, grão de bico e soja, lembrando que com relação as proteínas animais, deve sempre ser dada a preferência à carnes magras, como o peito de frango e o peixe.

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